terça-feira, 22 de janeiro de 2013

música.

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yaaaaaaaaay, é hoje que vamos falar de funk!
não, mentira, o nome do post é música. então é proibido falar de funk nesse post.

enfim, preconceitos à parte, vim falar do que dita meu humor diário. como eu já havia dito em certa rede social, meu humor é mais volátil que acetona de tampa aberta. e isso é sério.

eu tenho sérios problemas de cabeça com música. eu gosto de tanta coisa e de tantos estilos diferentes que quase entro em depressão por não conseguir escutar tudo sempre. conclusão disso? meu last.fm é uma bagunça. pelo menos era, até eu perder a senha. ENFIM, NÃO ERA DISSO QUE EU QUERIA FALAR.
voltando ao assunto, a meu ver a música é uma ótima ideia pra quem quer dar uma volta em outro mundo sem arredar o pé da cadeira da merda do computador. (a leitura também é, mas isso é papo pra outro dia) por isso eu não sou a favor de músicas como axé, funk, pagode, etc., elas não têm alguma letra que te faça pensar ou simplesmente relaxar pra PODER PENSAR no que você tem feito da sua vida. eu não tenho feito coisa nenhuma, tô de férias. e mesmo assim continuo escutando música.

de qualquer forma, eu queria deixar algumas sugestões aleatórias.
pra você que gosta de música animada:
Andamiro - Hypnotize
pra você que gosta de música lenta:
McFly - POV (Point of View)
pra você que é alternativo:
Two Door Cinema Club - What You Know

e pra você que é lindo:
TODAS AS ANTERIORES.



 Melodic Summer
Oil on canvas - Maria Waye





quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

did the best that i could.

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achei que estava na hora de explicar o nome do blog, então vim escrever. como ninguém é obrigado a entender nada de inglês, 'did the best that i could' significa 'eu fiz o melhor que pude'. 

claro, aí você pensa: o que isso tem a ver com o blog? pois bem, lhe respondo. pretendo deixar aqui só minhas melhores ideias, mesmo que chegue alguma hora que eu não tenha mais boas ideias. 
poucas as vezes que já escrevi, mas quando escrevo me acalmo bastante. e poder passar minhas ideias/comentários pra algum lugar me alivia. mesmo que eu não seja genial ou criativa o bastante pra escrever um livro ou alguma história que preste, eu necessito escrever. mesmo que ninguém leia ou elogie o que eu escrevi. mesmo que ninguém entenda uma única frase do que eu escrever...

ainda assim quero poder ler esses posts um dia e pensar exatamente 'did the best that i could'. 


How to disappear completely, óleo sobre tela.
Eric Zenerhighres

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

liberdade.

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liberdade 
(latim libertas, -atis

s. f.
1. Direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem.


2. Condição do homem ou da nação que goza de liberdade.

3. Conjunto das ideias liberais ou dos direitos garantidos ao cidadão.
4. [Figurado]  Ousadia.
5. Franqueza.
6. Licença.
7. Desassombro.
8. Demasiada familiaridade.

liberdades
s. f. pl.
9. Imunidades, regalias.




já fui a favor da ditadura socialista. agradeço aos céus por mudarmos tanto durante a nossa vida. mas não era disso que eu estava falando, era da ditadura. a gente só aprende o que é liberdade, quando pensamos no que pode acontecer se ela nos for tirada, ou se ela realmente nos for tirada. liberdade, palavra de vários significados e extrema importância.

um certo professor, a quem agradeço muito por tudo que sou hoje, fez um discurso sobre liberdade dentro da sala uma vez e esse mesmo discurso me fez mudar muito. nesse dia, falávamos justamente sobre as ditaduras. nós questionávamos o porquê de tantos cubanos reclamarem do seu governo, se o mesmo não deixava faltar nada. o professor, muito sábio que o é, nos disse que o peso da falta de liberdade é maior do que o de qualquer outro problema. então, perguntamos 'por que?'. e na hora ele nos perguntou: 'porque vocês acham que criminosos são presos, e não mortos?' na hora, pensamos: 'o que carambolas isso tem a ver com o assunto??'
a resposta veio rápida: 'porque é muito pior um homem não poder fazer o que quer e quando quer, do que morrer'.

Liberdade - Francisco Stoca
Óleo sobre corticite, composição com outros materiais



ps: eu ainda sou a favor do socialismo. 

o início.

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sempre pensei em fazer um blog. nunca soube do quê exatamente. já pensei em moda, história, dança, música, televisão. estou saturado disso tudo, de ouvir e de falar sobre isso. a gente passa tanto tempo preocupado com essas coisas que esquece de olhar pro que realmente importa. credo, que fala mais clichê. não vou falar de amor aqui, todo mundo fala de amor. e disso eu também estou saturado.
e do que exatamente eu vou falar? bom, de nada em especial. vou falar do que me vier na cabeça, do que eu quiser, de tudo que eu sei que vocês também sentem, mas que muitas vezes não têm coragem de falar.

hoje, eu começo falando do início. uma coisa tão boba, mas que em certas situações pode mudar toda a sua vida. assim como o fim. e não teria nada mais parecido com o início do que o fim? os dois mudam completamente sua vida, ou não, caso não aconteçam. quantas vezes mesmo eu perdi um início? ou deixei de por fim em uma coisa? várias. mas mesmo sabendo o que deveríamos ter feito ou ter deixado de fazer, no fim das contas ninguém se arrepende. afinal, aprender sempre é lucro.

everybody knows the end